A Cidade e a Neblina
Composição: Guilherme Arantes
Na neblina a cidade amanheceu
Sonolenta como os últimos boêmios
E os primeiros trabalhadores matinais
Com seus gorros, capotões e cachecóis
A neblina dá uma certa imprecisão
A paisagem fica sem definição
As capelas e os velhos casarões
Na neblina ficam sobrenaturais
Qual, qual de vocês não acha belo
Quando ela desce
Quando ela deixa tudo translúcido?
Na neblina os rochedos pelo mar
São terríveis para quem fôr navegar
O aeroporto, então, acende os faróis
E não sobem, e não descem aviões.
Qual, qual de vocês não acha belo
Quando ela desce,
Quando ela deixa tudo translúcido?
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sexta-feira, 4 de março de 2011
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Gravando pré da nova, ainda sem nome definido.
A caminho de casa, todo dia
Ele ia ela via, ele ia e ela sabia
Iria pra longe de onde estaria o amor
E ela ficaria, com seu pensamento
Olhando pro nada, sozinha
Ele ia pra longe de onde estaria o amor
Seria bom amar só o que convém
Amar a si mesmo mais que tudo, a si mesmo mais.
Agora ela anda, olhado pro nada
Perdida no mundo, achando sem graça
Criando motivos para ir pra outro lugar
Perto de onde ele está
Seria bom amar só o que convém
Amar a si mesmo mais que tudo, a si mesmo mais.
Seria bom.
Ele ia ela via, ele ia e ela sabia
Iria pra longe de onde estaria o amor
E ela ficaria, com seu pensamento
Olhando pro nada, sozinha
Ele ia pra longe de onde estaria o amor
Seria bom amar só o que convém
Amar a si mesmo mais que tudo, a si mesmo mais.
Agora ela anda, olhado pro nada
Perdida no mundo, achando sem graça
Criando motivos para ir pra outro lugar
Perto de onde ele está
Seria bom amar só o que convém
Amar a si mesmo mais que tudo, a si mesmo mais.
Seria bom.
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